sexta-feira, 18 de março de 2011
UM ROSTO NA MULTIDÃO
Dois tipos de pessoas foram tocados pela cruz: os tocados deliberadamente e os tocados por acaso. Entre estes últimos, são contadas histórias impressionantes.
A de Malco, por exemplo. Um servo do sumo sacerdote, ele estava trabalhando no Jardim. Todavia, essa busca de rotina teria sido a sua última se não tivesse sido rápido em desviar-se. As tochas iluminaram apenas o suficiente para que visse o brilhar da espada e Malco inclinou-se para trás o bastante para salvar seu pescoço, mas não a sua orelha. Pedro foi censurado e Malco recebeu um toque que o curou. Assim o incidente passou à história.
História, isto é, para todos, menos Malco. Se não fosse pela mancha de sangue em seu manto, ele poderia ter acordado na manhã seguinte falando sobre um sonho maluco que tivera. Alguns acreditam que Malco fez parte mais tarde dos crentes de Jerusalém. Não sabemos ao certo. Mas temos certeza de uma coisa: a partir daquela noite, sempre que Malco ouvia as pessoas falarem do carpinteiro que ressuscitou dentre os mortos, ele não zombava. De jeito algum; ele tocava no lobo da orelha e sabia que isso era bem possível.
II
Aconteceu depressa demais. Num minuto Barrabás estava na cela da morte, com os pés batendo na parede, e no seguinte foi solto; piscando os olhos por causa do sol brilhante.
"Você está livre."
Barrabás coçou a barba. "O quê?"
"Você está livre. Eles ficaram com o Nazareno em seu lugar."
Barrabás tem sido muitas vezes comparado com a humanidade e isso é certo. De muitas maneiras ele nos representa: um prisioneiro libertado porque alguém que jamais vira tomou o seu lugar.
Penso porém que Barrabás era provavelmente mais esperto que nós em um aspecto.
Quanto sabemos, ele aceitou sua repentina liberdade pelo que era, um presente não merecido. Alguém lhe atirou um salva-vidas e ele agarrou-o, sem perguntas. Não é possível imaginá-lo usando alguns de nossos truques. Nós recebemos nosso presente gratuito e tentamos ganhá-lo, diagnosticá-lo, ou pagar por ele, em vez de dizer simplesmente "obrigado" e aceitá-lo.
Por mais irônico que pareça, uma das coisas mais difíceis é ser salvo pela graça. Há alguma coisa em nós que reage negativamente ao dom gracioso de Deus. Temos uma compulsão estranha que nos leva a criar leis, sistemas, regulamentos, para nos tornar "dignos" de nosso dom.
Por que agimos assim? A única razão em que posso pensar é o orgulho. Aceitar a graça significa aceitar a sua necessidade e a maioria das pessoas não gosta disso. Aceitar a graça também significa que o indivíduo compreende o seu desespero e quase ninguém aprecia isso também.
Barrabás, porém, foi mais sabido. Perdido para sempre na cela da morte, ele não recuou ao ver-se libertado. Ele talvez não compreendesse a misericórdia e certamente não a merecia, mas não a recusou. Devemos procurar entender que nossa dificuldade não é muito diferente da de Barrabás. Nós também somos prisioneiros sem possibilidade de apelação. Mas porque alguns preferem continuar presos quando a porta da cela foi aberta é um mistério que vale a pena ser estudado.
III
Se é verdade que um quadro pode conter mil palavras, existe então um centurião romano que possui um dicionário cheio delas. Tudo que viu foi Jesus sofrer. Ele jamais o ouviu pregar, curar, ou sequer o seguiu através das multidões. Jamais testemunhou quando fez calar o vento; só testemunhou a maneira como morreu. Mas isso foi tudo que esse soldado gasto pela ação do tempo necessitou para dar um passo gigantesco de fé. "Verdadeiramente este homem era justo."
Isso diz muito, não é? Diz que o pneu da fé se encontra com a estrada da realidade nas horas dificeis. Diz que a autenticidade da nossa fé é revelada na dor. A sinceridade e o caráter se desvendam nos momentos de infelicidade. A fé é mais genuína, junto aos leitos de hospital, nas enfermarias para cancerosos e nos cemitérios, do que nas roupas bonitas dos domingos pela manhã ou nas escolas bíblicas de férias no verão.
Talvez fosse isso que movesse aquele velho e rabugento soldado. A serenidade no sofrimento é um testemunho estimulante. Qualquer pessoa pode fazer um sermão num monte cercado de margaridas. Mas só alguém de grande fé pode viver um sermão numa montanha de dor.
Cheiro de Ovelha
de Phil Ware
Em dezembro de 2006, na rodovia 36, em Brazoria, no Texas, alguém roubou o bebê Jesus e a manjedoura dele. Bem, não era exatamente Jesus; era a estatueta de Jesus do presépio da cidade. Foi roubado e parecia que a cidade toda ficou deprimida por conta disso. Assim, quando montaram o presépio de 2007, não havia nenhum bebê Jesus ou manjedoura.
O povo em Brazoria não está só. O problema é chamado de “Síndrome do Bebê Jesus Roubado” e acontece todos os anos. O bebê Jesus é roubado de presépios ao redor do país. Na realidade, histórias sobre o desaparecimento do bebê Jesus são encontradas em jornais e notícias de Televisão local ao redor do mundo. É natural que qualquer pessoa que ouvir esta história dirá algo do tipo, “Quem faria uma coisa dessas?”
Neste Natal, temos problemas muito maiores do que um bebê Jesus de plástico roubado de uma falsa manjedoura num presépio. E se formos honestos com nós mesmos, o verdadeiro Jesus é freqüentemente seqüestrado da nossa experiência de Natal por muitas razões. Às vezes é o nosso próprio stress, viagens, e preparativos para os feriados que nos privam de Jesus. Às vezes é a pressão daquilo que dizem ser “politicamente correto” que remove Jesus desta época e o substitui com bonecos de neve e rena. Às vezes, é o exagero, falsidade e rudeza daqueles que se chamam de Cristãos que roubam Jesus desta temporada. Foi por isso que Deus incluiu pastores na história (Luke 2:8-20).
Antigamente, pastores gozavam de um status de “mais favorecido” nas histórias da Bíblia. Grandes heróis da fé – como Abraão, Moisés e David – foram pastores. Um dos salmos mais amados fala de Deus como um pastor (Salmo 23). Quando Jesus nasceu, porém, pastores haviam sofrido vários séculos de relações públicas ruins. Eles eram pobres. Eles viviam ao ar livre. Eles não eram refinados. Eles não eram educados. Pior de tudo, eles cheiraram como ovelhas. O termo técnico usado pelo povo nos dias de Jesus para descrever pastores e outras pessoas menos aceitáveis eram “am haaretz” – significando “povo comum”, ou “pessoas da terra.” Deixe-me assegurá-lo, ser classificado “am haaretz” não era nenhum elogio nos dias de Jesus.
As “pessoas da terra" não eram consideradas boas candidatas para serem religiosas. Elas eram consideradas sujas, rudes e desleixadas. Elas não tinham o tempo para estudar todas as tradições religiosas, e assim não podiam cumprir os padrões legalistas da retidão religiosa. Elas estavam muito ocupadas fazendo trabalho sujo para serem consideradas puras o bastante para serem religiosamente desejáveis. Elas eram pobres demais para ir nas peregrinações religiosas para os lugares sagrados de adoração. Por isso os religiosos nunca as considerariam fiéis a Deus. O último lugar em que se esperaria Deus revelar a sua glória era para um grupo destes marginais.
No entanto, quando Deus chamou os anjos para anunciarem o nascimento de Jesus, Ele os enviou a pastores lá fora no campo, cuidando das suas ovelhas! Pense nisto: pastores sujos e fedorentos acampados ao ar livre, cuidando das suas ovelhas ouviram os louvores de anjos e correram para ver o bebê Jesus recém-nascido. Muitos hospitais não teriam permitido eles entrarem na sala de espera, muito menos na sala de parto. Mas Deus fez questão de que os pastores se sentissem em casa quando acharam o bebê Jesus. Ele estava deitado num cocho de alimento no lugar onde os animais eram mantidos – um lugar onde qualquer pastor se sentiria em casa.
Assim, bem no meio do nascimento do Filho de Deus, com todos os povos bons orando pela libertação de Deus, com os Romanos ocupados dominando o império e com as pessoas religiosas tentando proteger suas tradições, Deus colocou o Filho dele em numa manjedoura cercada por um grupo de marginais sujos e fedorentos conhecidos como pastores. O cheiro de ovelha e a fumaça das fogueiras dos acampamentos deles ainda permeava as roupas deles quando chegaram para cumprimentar o recém-nascido Rei.
A história dos pastores é a lembrança de Deus de que ninguém pode roubar a graça dele de nós. Não importa onde nós fomos ou como nós cheiramos ou de que outras pessoas nos chamam, há um lugar perto da manjedoura com o bebê Jesus, para cada um de nós.
Acho que é por isso que eu amo a história sobre o bebê Jesus roubado em Brazoria. Depois que um vento forte derrubou o presépio no domingo de 16 de dezembro de 2007, algumas pessoas apareceram para restautrar o presépio. Adivinhe o que elas acharam? Sim, o bebê Jesus estava de volta onde ele devia estar. Jesus tinha sido devolvido para a manjedoura. O José e Maria mais uma vez ficaram rodeados pelos animais e pastores enquanto se curvaram diante do Rei.
Para mim, esta é a pequena lembrança de Deus de que todos são bem-vindos para receber o presente da graça dEle. Nós somos bem-vindos nesta manjedoura. Até mesmo se nós federmos com o odor de nossas escolhas e reputações ruins, nós ainda somos bem-vindos. E se nós estivermos dispostos, o Vento do céu pode soprar pela destruição de nossas vidas e nos devolver Jesus novamente.
E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados. Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. Isto lhes servirá de sinal: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura". (Lucas 2:9-12 NVI).
Cuidado, frágil! Olhe atentamente, observe, procure. Na maioria dos crentes você encontrará o aviso alertando para a fragilidade dos mesmos. Nunca viu? Talvez não tenha olhado para a causa, focando apenas os sintomas. Beicinhos, birrinhas, manhazinhas, ciumezinhos, enfim, uma série de sintomas que caracterizam os crentes notadamente melindrosos, sintomas que podem ter a seguinte leitura: Cuidado, frágil!
Lembre do dia em que entrou numa loja de cristais. Lembre dos pais com seus filhos pequenos. As recomendações eram insistentes: Cuidado! Não toque! Não pegue! Cristal é caro! Se cair, quebra! Não chegue perto, cuidado! Quando pequeno, ouvi tudo isso dos meus pais. Agora sou pai, já disse tudo isso para os meus filhos.
Crentes de cristal funcionam exatamente assim. Não se pode tocar, seja com gestos, intenções ou palavras. Por qualquer coisa desistem. A intensidade espiritual dos relacionamentos com toda a carga de verdade, sinceridade, emoção e amadurecimento que se almeja em todo grupo de comunhão, é insuportável para os crentes de cristal, pois diante de uma justa e amorosa exortação eles não crescem, ao contrário, quebram.
Crentes de cristal se sentem intocáveis. Querem ficar expostos na cristaleira, sendo admirados, jamais usados. A lógica dos crentes de cristal diz: Não venha querer corrigir meus filhos, não critique o excesso de vaidade da minha esposa, não censure a altivez do meu marido, somos exemplos, aliás, somos os melhores exemplos, se mexerem com a nossa família esqueçam nossas ofertas, esqueçam da gente, acharemos uma igreja melhor, e ponto.
Que coisa! Tocou, caiu, quebrou. Uma antiga música afirmava: Eu sou como um cristal bonito, que se quebra quando cai. Frágeis todos somos. Mas as políticas do não-me-rele e não-me-toque não se aplicam para os filhos de Deus. O caminho estreito não ilude, é apertado. Os desertos da falta de dinheiro, de saúde, de alegria, de amigos, de horizonte, são desertos pelos quais todos passamos. Caímos, é verdade, mas pela graça dEle não ficamos prostrados. Prateleira adornada por vaidades que nos fazem sentir superiores, não é o nosso lugar. Nosso lugar é lavando pés, distribuindo pão, oferecendo a outra face, caminhando a segunda milha, aguardando com a comunidade dos santos a vinda do Cordeiro.
Na Bíblia, existia uma igreja repleta de crentes de cristal. Se julgavam puros, brilhantes, perfeitos, belos, intocáveis. Jesus, para trazê-los a realidade não economizou nas palavras, com toda ênfase denunciou o que eles pensavam de si mesmos e revelou o que de fato eram: Como dizem: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu. Apocalipse 3.17, nos versículos seguintes Jesus dá um conselho. Meu conselho? Pegue sua Bíblia e saboreie este texto. Seguir o conselho deixado por Cristo terá o poder de transformar cristal em ouro, o metal que resiste as mais duras provas. Que tal? Vamos lá, afinal cristaleira não é o nosso lugar.
Paz!
Maomé (Muhammad)
Cerca de 570 d.C., Meca, península Arábica (hoje Arábia Saudita)
632 d.C., Medina, Arábia Saudita
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
A história do islamismo ou islã começou numa caverna na Arábia. Dentro dela, dormia o comerciante Maomé quando, segundo a tradição o arcanjo Gabriel apareceu e o mandou recitar, isto é, falar de coisas divinas. Isso foi por volta do ano 610 d.C.
A palavra islã significa submissão a Alá (Deus) e às suas leis. Por esse motivo, os islamitas, também chamados muslims ou muçulmanos, estão submetidos à vontade de Alá, que foi revelada a Maomé pelo anjo e está no livro sagrado, Alcorão ou Corão (Qur'Ân), que em árabe significa "A Recitação" (al é o prefixo árabe para o artigo "o" ou "a").
O Corão não foi escrito em sua forma final durante a vida de Maomé. Quando ele morreu tudo o que havia das revelações era um conjunto de fragmentos, escritos em pedra, em ossos, em folhas de palmeiras. A redação do livro sagrado só foi terminada no reinado do califa Omã (644-656 d.C.).
Em capítulos chamados suratas, o livro interpreta a fé, explica a história e dita as normas de vida, incluindo um código com punições para quem não seguir essas leis. As cinco obrigações principais do islamismo são: acreditar em Alá e no profeta Maomé; rezar cinco vezes por dia; jejuar durante o dia no mês sagrado dos muçulmanos, o Ramadã; dar esmola aos pobres; fazer uma peregrinação à cidade de Meca ao menos uma vez na vida.
Essas leis são seguidas hoje por mais de 1,3 bilhão de muçulmanos, os adeptos do islamismo, a religião que mais cresce no mundo. No entanto, Maomé não pensava em fundar uma nova crença. Ele se considerava um profeta na linha de Abraão, Moisés e Jesus, uma vez que falava do mesmo Deus que os judeus e os cristãos. O arcanjo Gabriel que ele vê na caverna é o mesmo anjo da Anunciação, que, na tradição cristã, contou a Maria que ela seria mãe do filho de Deus.
Não existem dados históricos sobre a vida do profeta. Seu nome completo era Muhammad Bin Abdullah Bin Abdul Mutalib Bin Hachim Bin Abd Manaf Bin Kussay - e passou à história como Muhammad: Maomé é a tradução para o português e não é bem vista no mundo muçulmano.
Sua biografia baseia-se nos hadith, uma vasta coleção de orientações e narrações deixadas por ele, que formaram as máximas da tradição muçulmana. Aos 20 anos, Maomé foi escolhido pela viúva Kadidja como homem de confiança para acompanhar suas caravanas à Síria. Eles se casaram cinco anos depois.
A morte de Khadija e de seu tio e protetor Abu Talib, em 619, expôs o profeta e seus seguidores à hostilidade dos coraixitas, a tribo do próprio Maomé e que dominava sua cidade natal, Meca.
Pela cidade de Meca passavam rotas comerciais vindas do Mediterrâneo, do Extremo Oriente e da África oriental negociando especiarias, tecidos finos, ouro, marfim, escravos, cereais, azeite. A base da prosperidade local eram o comércio e o culto associados a seu santuário sagrado. Nesse templo construído em forma de cubo as tribos árabes guardavam as imagens e símbolos de seus deuses, a Caaba, a pedra negra meteórica que todos os árabes cultuavam como um presente do céu.
Maomé falou abertamente contra a idolatria, isto é, o culto a imagens, e contra os males sociais de seu tempo. Os coraixitas temeram que a nova crença destruísse os ídolos sagrados fizesse Meca perder seu atrativo de santuário religioso. Passaram a combater a nova doutrina e tentaram assassinar seu divulgador.
Maomé e seus seguidores tiveram que fugir da cidade, no ano de 622. Foram para Yathrib - que passaria a ser chamada Medina, a Cidade do Profeta. Foram muito bem acolhidos, mas não por acaso: havia interesse em abrigar o profeta e conquistar o mesmo status religioso da cidade vizinha e rival, Meca.
A partida de Meca é chamada de hijrah ou Hégira, palavra que significa exílio, fuga. Foi um momento decisivo na história do islã, simbolizando a passagem de uma cultura idólatra para uma civilização baseada na crença em um único deus, Alá. Os islamitas passaram contar o tempo a partir desse evento. No calendário muçulmano, o ano 622 da era Cristã tornou-se o ano zero.
Maomé saiu vitorioso de várias batalhas contra os coraixitas. Mas só conseguiu vencê-los em definitivo quando identificou o patriarca Abraão como o construtor da Caaba. Dessa forma, foram preservados o papel de centro religioso de Meca e os interesses da poderosa tribo.
Em 630, após a batalha de Hunayn, os governantes da cidade entregaram-na a Maomé. Sob suas ordens, os templos e ídolos da cidade foram destruídos, apenas a Caaba e a pedra negra foram preservados.
O monoteísmo (a crença em um só Deus) serviu como base de unidade em um mundo de relações complexas e instáveis nas tribos. A nova doutrina e a fé substituíram os laços de parentesco na hora de decidir quem era amigo ou inimigo, quem fazia ou não parte da sociedade. A essa comunidade espiritual denomina-se umma.
Quando morreu, o profeta havia unificado a península Arábica sob o lema: "Só há um Deus, e Maomé é seu Profeta" (La illa Allah, Mohammed rasul Allah).
terça-feira, 9 de novembro de 2010
CINCO COISAS QUE DEUS NUNCA VIU
CINCO COISAS QUE DEUS NUNCA VIU
1ª) UM DOENTE QUE ELE NÃO POSSA CURAR.
(João 9:1) - E, PASSANDO Jesus, viu um homem cego de nascença.
(João 9:2) - E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
(João 9:3) - Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.
(João 9:4) - Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
(João 9:5) - Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.
(João 9:6) - Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego.
(João 9:7) - E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo.
2ª) UM PROBLEMA QUE ELE NÃO POSSA RESOLVER.
(Lucas 8:40) - E aconteceu que, quando voltou Jesus, a multidão o recebeu, porque todos o estavam esperando.
(Lucas 8:41) - E eis que chegou um homem de nome Jairo, que era príncipe da sinagoga; e, prostrando-se aos pés de Jesus, rogava-lhe que entrasse em sua casa;
(Lucas 8:42) - Porque tinha uma filha única, quase de doze anos, que estava à morte. E indo ele, apertava-o a multidão.
(Lucas 8:49) - Estando ele ainda falando, chegou um dos do príncipe da sinagoga, dizendo: A tua filha já está morta, não incomodes o Mestre.
(Lucas 8:50) - Jesus, porém, ouvindo-o, respondeu-lhe, dizendo: Não temas; crê somente, e será salva.
(Lucas 8:51) - E, entrando em casa, a ninguém deixou entrar, senão a Pedro, e a Tiago, e a João, e ao pai e a mãe da menina.
(Lucas 8:52) - E todos choravam, e a pranteavam; e ele disse: Não choreis; não está morta, mas dorme.
(Lucas 8:53) - E riam-se dele, sabendo que estava morta.
(Lucas 8:54) - Mas ele, pondo-os todos fora, e pegando-lhe na mão, clamou, dizendo: Levanta-te, menina.
(Lucas 8:55) - E o seu espírito voltou, e ela logo se levantou; e Jesus mandou que lhe dessem de comer.
(Lucas 8:56) - E seus pais ficaram maravilhados; e ele lhes mandou que a ninguém dissessem o que havia sucedido.
3ª) UM SUBSTITUTO PARA O SANGUE DE JESUS.
(I João 1:7) - Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
4ª) UM HOMEM QUE ELE NÃO POSSA AMAR
(João 3:16) - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
5ª) UM PECADOR QUE ELE NÃO POSSA SALVAR.
(Romanos 5:8) - Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.
1ª) UM DOENTE QUE ELE NÃO POSSA CURAR.
(João 9:1) - E, PASSANDO Jesus, viu um homem cego de nascença.
(João 9:2) - E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
(João 9:3) - Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.
(João 9:4) - Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
(João 9:5) - Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.
(João 9:6) - Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego.
(João 9:7) - E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo.
2ª) UM PROBLEMA QUE ELE NÃO POSSA RESOLVER.
(Lucas 8:40) - E aconteceu que, quando voltou Jesus, a multidão o recebeu, porque todos o estavam esperando.
(Lucas 8:41) - E eis que chegou um homem de nome Jairo, que era príncipe da sinagoga; e, prostrando-se aos pés de Jesus, rogava-lhe que entrasse em sua casa;
(Lucas 8:42) - Porque tinha uma filha única, quase de doze anos, que estava à morte. E indo ele, apertava-o a multidão.
(Lucas 8:49) - Estando ele ainda falando, chegou um dos do príncipe da sinagoga, dizendo: A tua filha já está morta, não incomodes o Mestre.
(Lucas 8:50) - Jesus, porém, ouvindo-o, respondeu-lhe, dizendo: Não temas; crê somente, e será salva.
(Lucas 8:51) - E, entrando em casa, a ninguém deixou entrar, senão a Pedro, e a Tiago, e a João, e ao pai e a mãe da menina.
(Lucas 8:52) - E todos choravam, e a pranteavam; e ele disse: Não choreis; não está morta, mas dorme.
(Lucas 8:53) - E riam-se dele, sabendo que estava morta.
(Lucas 8:54) - Mas ele, pondo-os todos fora, e pegando-lhe na mão, clamou, dizendo: Levanta-te, menina.
(Lucas 8:55) - E o seu espírito voltou, e ela logo se levantou; e Jesus mandou que lhe dessem de comer.
(Lucas 8:56) - E seus pais ficaram maravilhados; e ele lhes mandou que a ninguém dissessem o que havia sucedido.
3ª) UM SUBSTITUTO PARA O SANGUE DE JESUS.
(I João 1:7) - Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
4ª) UM HOMEM QUE ELE NÃO POSSA AMAR
(João 3:16) - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
5ª) UM PECADOR QUE ELE NÃO POSSA SALVAR.
(Romanos 5:8) - Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.
DIÁLOGO NO APRISCO
Duas ovelhas conversavam descontraidamente dentro do curral. Trocavam idéias sobre as companheiras amorosas, sobre os lobos cruéis, mas o assunto central era o pastor.
Diziam nunca ter visto homem mais zeloso do que ele. Interessado no bem-estar do rebanho em geral. Elogiavam sua dedicação. Sua sabedoria ao tratar dos ‘dilemas’ e dificuldades delas era prova de sua maturidade.
O diálogo ia bem até chegar uma terceira falante. Ouviu por alguns instantes e tomou a ‘palavra’. Disse não entender os comentários elogiosos das colegas. “Ele está cumprindo simplesmente com sua obrigação”.
Seria falta de gratidão o modo agressivo da terceira ovelha? Ela contou sua história.
“Morei num aprisco por dez anos. Percebi que o pastor usava todos os meios para usufruir da lã e do nosso leite. Alimentava-nos sempre. Conduzia-nos às sombras de copadas árvores. Águas cristalinas nos eram oferecidas diariamente.”
“Certo dia, porém, o pastor saiu e demorou numa empreitada estranha. Ovelhas adoeceram, outras fugiram e até houve morte de cordeiros.”
“Quando ele retornou, estranhou a situação do rebanho. Declarou não entender o porquê de tanto prejuízo. Que não ficara tanto tempo ausente.”
“Ameaçou: Vocês terão de me aturar como sou! Existem muitos pastos pelo mundo. Fiquem à vontade para escolher em qual querem pastar.”
“A partir daquele dia, senti desejo de me mudar. Entendi que meu pastor encontrara algo mais valioso do que seu rebanho.”
As amigas ouviram-na em silêncio. Em seguida disseram: “Foi melhor você ter-se retirado do que viver em desarmonia com seu pastor. Com líder não se discute.”
“Não se pode generalizar o comportamento dos pastores, disseram. Os modos de gerir são variados. Sabemos que não há perfeição nos homens.”
O diálogo voltou à normalidade.
A verdade é que quando algum fator é encontrado e julgado mais valioso que o rebanho, o responsável deverá, se coerente, pedir sua substituição. O rebanho merece consideração.
Diziam nunca ter visto homem mais zeloso do que ele. Interessado no bem-estar do rebanho em geral. Elogiavam sua dedicação. Sua sabedoria ao tratar dos ‘dilemas’ e dificuldades delas era prova de sua maturidade.
O diálogo ia bem até chegar uma terceira falante. Ouviu por alguns instantes e tomou a ‘palavra’. Disse não entender os comentários elogiosos das colegas. “Ele está cumprindo simplesmente com sua obrigação”.
Seria falta de gratidão o modo agressivo da terceira ovelha? Ela contou sua história.
“Morei num aprisco por dez anos. Percebi que o pastor usava todos os meios para usufruir da lã e do nosso leite. Alimentava-nos sempre. Conduzia-nos às sombras de copadas árvores. Águas cristalinas nos eram oferecidas diariamente.”
“Certo dia, porém, o pastor saiu e demorou numa empreitada estranha. Ovelhas adoeceram, outras fugiram e até houve morte de cordeiros.”
“Quando ele retornou, estranhou a situação do rebanho. Declarou não entender o porquê de tanto prejuízo. Que não ficara tanto tempo ausente.”
“Ameaçou: Vocês terão de me aturar como sou! Existem muitos pastos pelo mundo. Fiquem à vontade para escolher em qual querem pastar.”
“A partir daquele dia, senti desejo de me mudar. Entendi que meu pastor encontrara algo mais valioso do que seu rebanho.”
As amigas ouviram-na em silêncio. Em seguida disseram: “Foi melhor você ter-se retirado do que viver em desarmonia com seu pastor. Com líder não se discute.”
“Não se pode generalizar o comportamento dos pastores, disseram. Os modos de gerir são variados. Sabemos que não há perfeição nos homens.”
O diálogo voltou à normalidade.
A verdade é que quando algum fator é encontrado e julgado mais valioso que o rebanho, o responsável deverá, se coerente, pedir sua substituição. O rebanho merece consideração.
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